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Autor: Lucas Pordeus Leon - Reporter da Agencia Brasil
O número de ataques de Israel ou dos Estados Unidos (EUA) contra centros e profissionais de saúde segue crescendo ao longo da nova fase do conflito no Oriente Médio. No Líbano, 70 unidades de saúde foram alvo de bombardeios. No Irã, cerca de 300 equipamentos do setor foram danificados. Ataques contra unidades de saúde representam uma violação do direito humanitário internacional. Não foram registrados, até o momento, ataques a centros médicos em Israel ou outros países do Golfo Pérsico alvos de ataques iranianos. Notícias relacionadas:Irã lança mísseis contra Israel após Trump falar em controle de Ormuz.Brasileiros no Líbano relatam drama…
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, disse que não pode confirmar que a base militar de Diego Garcia, compartilhada por Reino Unido e Estados Unidos no Oceano Índico, tenha sido atingida por mísseis balísticos intercontinentais do Irã no sábado (21). “Não podemos confirmar isso neste momento, então estamos investigando”, disse o chefe da aliança militar em entrevista exclusiva à emissora CBS News, neste domingo (22). O chefe da Otan é um entusiasta da agressão dos EUA e Israel contra o Irã. Notícias relacionadas:EUA suspendem ataques a usinas; Irã diz que Trump recuou após ameaças.Pezeshkian…
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (23) que mandou suspender os ataques à infraestrutura energética do Irã por cinco dias. Acrescentou que conversas “muito boas e produtivas” teriam ocorrido com o governo iraniano “a respeito de uma resolução completa e total das hostilidades no Oriente Médio”. “Com base no teor e no tom dessas conversas aprofundadas, detalhadas e construtivas, que continuarão ao longo da semana, instruí o Departamento de Guerra a adiar todos e quaisquer ataques militares contra usinas de energia e infraestrutura energética iranianas por um período de cinco dias, sujeito ao sucesso das reuniões e…
Milhares de pessoas, sob chuva e frio intenso nas ruas e estradas em cidades libanesas, compõem o cenário da guerra entre Israel e o grupo político-militar Hezbollah. Em menos de três semanas, o conflito esvaziou o sul do Líbano, expulsou mais de 1 milhão de pessoas das próprias casas, deixou mil mortos e 2,5 mil feridos. O Líbano abriga a maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio. Ao todo, 22 mil brasileiros viviam no país em 2023, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores. Notícias relacionadas:Israel e Irã lançam mais ataques à medida que crise se aprofunda.Após encontro com Israel, ministro francês…
Os governos da França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Países Baixos e do Japão publicaram nesta quinta-feira (19) uma declaração conjunta manifestando disposição para abrir o Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã após o início da guerra. “Manifestamos nossa disposição em contribuir com os esforços necessários para garantir a passagem segura pelo Estreito. Saudamos o compromisso das nações que estão se empenhando no planejamento preparatório”, diz o comunicado conjunto. Notícias relacionadas:Argentina está disposta a mandar militares para guerra se EUA pedirem.Irã volta a atacar Catar após Trump ameaçar destruir campo de gás Pars.Israel ataca centro de Beirute em uma expansão da…
O Irã voltou a atacar instalações de gás natural no Catar na madrugada desta quinta-feira (19), após o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçar destruir a totalidade do campo de gás iraniano South Pars, o maior do mundo, que já havia sido atacado por Israel no dia anterior. A empresa petroleira do Catar, a Catar Energy, comunicou que várias de suas instalações de gás natural liquefeito (GNL) foram alvos de ataques com mísseis, “causando incêndios de grandes proporções e extensos danos adicionais”. Notícias relacionadas:Ucrânia: negociações de paz estão paralisadas em meio à guerra no Irã.Irã atinge centro de…
Após sofrer ataques contra infraestruturas energéticas do país, o Irã emitiu um alerta, nesta terça-feira (18), para evacuação de cinco instalações de processamento de petróleo e gás no Catar, na Arábia Saudita, e nos Emirados Árabes Unidos. Os danos a esses complexos podem aprofundar a crise no mercado global. “Esses locais agora são alvos legítimos e podem ser atingidos nas próximas horas, instando os moradores locais a se deslocarem imediatamente para locais seguros”, diz comunicado da Guarda Revolucionária Islâmica divulgada pela Press TV, empresa de mídia estatal do Irã. Notícias relacionadas:Guerra deixa salas de aula com crianças feridas ou…
O diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo dos Estados Unidos (EUA), Joseph Kent, renunciou ao cargo, nesta terça-feira (17), por não concordar com a guerra no Irã promovida pelo governo de Donald Trump em parceria com Israel. “Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra em curso no Irã. O Irã não representava uma ameaça iminente à nossa nação, e é claro que iniciamos esta guerra devido à pressão de Israel e seu poderoso lobby”, afirmou o agora ex-diretor ligado ao Escritório Nacional de Inteligência dos EUA (DNI). Notícias relacionadas:Unesco alerta para danos causados ao patrimônio cultural do Irã.Irã negocia…
Os atritos entre os governos da Colômbia e do Equador voltaram a escalar após o presidente da Colômbia, Gustavo Petro (foto), sugerir que o país vizinho teria jogado bombas dentro do território colombiano. Petro ponderou que é preciso ainda confirmar se o artefato foi lançado pelas forças de segurança do Equador. “Apareceram bombas, atiradas de avião, se vai investigar bem, muito na fronteira com Equador, ratificando um pouco minha suspeita. Tem que investigar bem. Estão nos bombardeando a partir do Equador, e não são grupos armados. Já houve muitas explosões”, afirmou Petro. Notícias relacionadas:Unesco alerta para danos causados ao…
Cuba completou três meses sem receber qualquer carga de combustível em meio ao bloqueio energético que os Estados Unidos (EUA) impuseram à ilha, prometendo sancionar qualquer país que venda petróleo para o país caribenho. O presidente cubano Miguel-Díaz Canel comentou, nesta sexta-feira (13), em coletiva de imprensa realizada em Havana, que o bloqueio dos EUA tem deixado alguns municípios com até 30 horas sem energia. Notícias relacionadas:Cubanos relatam cotidiano em Havana: “Pior momento que já vivemos”.Energia é restabelecida em Cuba após 16 horas de blecaute.“Já se passaram mais de três meses desde que um navio-tanque entrou em nosso país e…
